
domingo, 22 de agosto de 2010
I miss the comfort in being sad

quinta-feira, 12 de agosto de 2010
In repair
Eu estou aos poucos juntando os caquinhos e organizando a bagunça. Sem pedir licensa e sem dar maiores explicações, a tristeza apareceu. Para a minha surpresa, da mesma maneira que veio, ela foi embora, mas fez questão de fazer estragos e bagunçar a casa.
Nessas horas, as pessoas aconselham a gente a tirar lições e aprender com isso. Eu confesso que não está muito claro o que eu realmente devo aprender com essa súbita tristeza. Não é simples extrair lições de um sentimento que a gente mal sabe como começou e muito menos como terminou.
Por ora, eu estou fazendo reparos, mas não estou necessariamente satisfeita com isso. Eu acho muito difícil que as coisas voltem exatamente a ser como eram antes. Além disso, eu tenho a impressão de que até mesmo a felicidade ficou mais triste neste processo todo.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
O fim do tempo
sábado, 17 de julho de 2010
Resposta: Prostituição
domingo, 11 de julho de 2010
Prostituição
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Se conselho fosse bom...
terça-feira, 8 de junho de 2010
Sentir primeiro, pensar depois
Desconfio da veracidade da razão.
Acho que são raras as vezes em que há sincronia entre o racional e o emocional.
E, por incrível que pareça, os sentimentos são mais verdadeiros que a razão.
Existe um gap entre o que a razão nos diz e o que os sentimentos nos fazem vivenciar. É totalmente possível que, racionalmente, nos condicionemos a agir de uma determinada forma, mas que exista uma enorme diferença entre os discurso que a razão repete e aquilo que a gente sente.
O que a gente sente é mais verdadeiro.
Acontece com frequência de dizermos "eu entendo", quando - racionalmente - existem todos os elementos para haver compreensão, mas não sentimos o entendimento (não há empatia).
Existe sim um distanciamento entre razão e sentimento! O resultado disso é, senão um conflito interno, uma certa discrepância entre discurso e ação.
A gente primeiro sente e depois racionaliza.
Entretanto, eu tenho tanta fé na razão que acredito ser possível repetir internamente um discurso mil vezes até que ele vire verdade nos sentimentos. Mas antes, é preciso admitir que existe diferença entre aquilo que se sente e o que se quer sentir.
Nesse caso, a razão pode trabalhar a nosso favor, até forçando os sentimentos a mudarem em um certo sentido. Mas haja auto-consciência e força de vontade!
domingo, 6 de junho de 2010
"Inocência Roubada-
Duração: 92 min.
Meninas, assisti esse filme sexta por acaso... estava sozinha em casa fui passando os canais, aí apareceu uma moça grávida e tal, olhei o canal era o Telecine Light, pensei: mais um filme mamão com açúcar na minha história, mas vamos lá, é isso mesmo que eu queria! Doce engano... doce não, amargo!! Porque o filme é muito pesado! Ainda mais pra mim, que sou mãe!!!
Se vocês quiserem ver o filme sem saber mais do que a sinopse, não leiam o próximo parágrafo...porque vou contar o filme, não tudo, mas o principal e pode perder a graça. Mas na verdade, nem é de muita graça porque a história é dedutível e o final dele é (ainda bem) o que se torce e espera que acontece! É filme, não vida real!
Tah, vou parar logo o mistério e contar sobre o que é o filme:
Uma moça está já gravidíssima (isso quer dizer no fim da gravidez), e uma enfermeira vai até a casa dela pra fazer o acompanhamento pré-natal... ela desmaia e acorda no hospital, e a filhinha dela nasceu morta! Aí começa o drama todo... (já chorei logo soh de pensar se isso tivesse acontecido comigo.. ia morrer!) Mas isso não é o pior, o drama da mãe do filme vai aumentando a medida que ela começa a ter que investigar sozinha, porque a detetive desconfia que ela cometeu um homicídio (imagina.. uma mãe esperar até quase completar os 9 meses pra resolver não ter a criança e matá-la?? ), o que aconteceu com a filha.. e chega a uma agência de adoção. Bem, ela descobre que houve uma troca de bebês, e a bebê dela foi vendida pra um casal que no dia seguinte levará a criança embora. É uma corrida contra o tempo e ela ainda tem que suportar as hostilidades e falta de confiança da detetive. No fim dá tudo certo, no último minuto ela consegue ficar com a bebezinha dela, a detetive dela resolve dar um crédito a ela e ela ainda reata com o pai da criança. Final feliz!
O final da personagem foi feliz, mas sofri, porque imagino que na vida real muitas mulheres passam por isso, e jamais conseguem ter sequer notícia da criança... e no caso da personagem, ela só conseguiu ter a criança de volta porque foi atrás. Não sei como é isso no Brasil... imagino que não existam muitos casos, já que não existe essa história de pré-natal em casa... Mas mesmo poucos, já aconteceram casos de roubo de criança, criança trocada, e deve ser muito sofrimento pra uma mãe!
Me lembro como se fosse hoje a expressão de uma mãe que tinha perdido seu filho.. nem sei se era menino ou menina.. eu fui pedir meus papéis pra sair do hospital, e ela tinha que assinar os papéis de óbito.. eu e ela numa mesma sala! Eu louca pra chegar em casa com a minha filhinha recém-nascida. E ela ali, sozinha, com a barriga ainda inchada e sem bebê nenhum pra amamentar, pra pegar no colo... tadinha, ela estava apática, sem reação, parecia que sem entender ainda o que havia acontecido! Eu cheguei a ficar sem graça pela minha felicidade! E triste pela sorte daquela moça... Agradeci 500 vezes que não tinha sido comigo!
Voltando ao filme, me solidarizei também com os pais que pagaram a adoção... o sonho deles era ter uma filha, e era tanto que se dispuseram a pagar um monte de dinheiro por isso... e ficaram ali, sem nada... mas adoção não se paga!!!
Enfim, esse não é um post com frases de impacto, com lições pra vida, ou um drama pessoal, é só um desabafo emocional que eu gostaria de compartilhar com vocês!!!
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Golpe da "beleza única"
terça-feira, 1 de junho de 2010
Esporte...
Olha, me desculpem os flamenguistas, mas a minha aversão por eles em geral, soh aumenta!
Vocês sabem que eu adoro um bom jogo de basquete! E foi o que eu vi sexta e domingo... dois jogos disputadíssimos, que quase me matam do coração! (felizmente o universo ganhou os dois, e eu ainda estou viva!!) O que me chocou na verdade, e nem deveria me chocar mais por isso, é que os flamenguistas NÃO ASSUMEM QUE OS OUTROS FORAM MELHORES DE JEITO NENHUM!!! Tá, nem todos, mas a equipe, os jogadores e parte da torcida... E acho ridículo isso!!!
Sei lá, eles ficam culpando os juízes.. sério mesmo, a arbitragem erra pros dois lados... e se ta roubando tanto assim (como eles acham, e eu sinceramente, discordo), que seja melhor que isso! Eles ficam tão preocupados com os juízes, que esquecem que ponto se faz acertando a bola na cesta...
Dessa vez o Chupeta disse assim: nós fizemos tudo certo, jogamos tudo certo, mas não sei porque, Deus não quis.. da outra vez, foi ainda pior, ele falou assim: “eles erraram tanto, que não nos deixaram jogar”!! Alguém me explica como alguém pode errar tanto, e atrapalhar mais o outro time que a si mesmo??
Isso me fez pensar na vida como um todo, e tirei uma conclusão que não é novidade pra ninguém: é muito mais fácil culpar os outros do que aceitar e assumir nossos próprios erros!! Seja no basquete, seja em relacionamentos, seja profissional... essa é a hora que vale a pena ser egoísta... e antes de “solidarizar” a culpa do que quer que seja, vale mais olhar pro nosso próprio umbigo e pensar... “e eu? O que eu fiz de errado? O que eu poderia fazer diferente? Será que poderia ser melhor?”...
Muitas vezes, quando alguma coisa dá errada, a culpa não é de uma pessoa só, e culpar alguém, é injusto, da mesma forma como tomar pra si a culpa toda também não faz bem... eu só digo que antes de apontar aonde as outras pessoas erraram, melhor eh apontar onde nós mesmos erramos...
A outra coisa, é que não é feio pra ninguém aceitar que outros foram mais bem sucedidos que nós em determinada coisa... até porque, se reconhecemos isso, podemos aprender a ter um bom resultado nessa determinada coisa. E não significa que pq foi bom naquilo vai ser bom em tudo!!! Ou que se foi melhor naquilo, ou daquela vez vai ser MELHOR em TUDO e SEMPRE!!! É assim, as vezes nos saímos bem em uma coisa, outras vezes não... as vezes falhamos diversas vezes em uma mesma coisa, mas obtemos sucesso repetidas vezes numa outra coisa...
E voltando ao Basquete... o Flamengo jogou muito bem nos dois jogos, mas errou. O Universo também errou, mas conseguiu ganhar por um ponto. Então o Universo jogou melhor mesmo!!! =))
