terça-feira, 17 de maio de 2011
Bang bang - o babaca morreu.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Quantos eus cabem num só eu?
Não é um livro bom. Mas posso dizer que foi bem sucedido nessa questão. Não falou nada interessante, nem novo, mas fez minha cabecinha pensar.
Escolher personagem? Será isso mesmo?? É engraçado falar disso, e na verdade, acho que não escolhemos um só. E nem só escolhas. Acho que é meio como compor mesmo um personagem. Exemplo: diante de alguém que teve sucesso em algo que também almejamos, pensamos em qual foi o trajeto percorrido, logo, qual trajeto devo percorrer. E assim, montamos um comportamento adequado, com roupas e diálogos inventados para aquele personagem. Mas, e esse personagem é sincero? Acredito que sim, porque mesmo que a "montagem" dele seja uma "farsa", revela um desejo íntimo, nem sempre conhecido e conquistado. Mas algo sincero mesmo com nós mesmas! Além disso, existe uma certa "cobrança" social pelos personagens que vamos representar, e pra sermos respeitadas e bem aceitas, precisamos corresponder a isso.
E o que é se conhecer? Talvez seja a busca mais profunda de saber quais são os mais profundos desejos. Mas isso muda, e muda o tempo todo. Então auto-conhecimento é uma busca sempre incessante. Sempre temos desejos novos, vontades novas, e isso muda tudo! E vamos combinar, não só essas questões internas mudam, mas também as externas.. ao conhecer uma pessoa qualquer, certamente alguma "marca", por menor que seja, ela vai deixar. Pronto, já mudou!!!
Estou sendo muito geminiana?? heheheh
Sobre as histórias de nós mesmas, eu aposto com vocês, e com quer que seja, que todo mundo tem ao menos um segredo que um amigo/a não sabe sobre você. E acredito nisso, porque eu mesma tenho vários segredos, uns amigos sabem uns, outros sabem outros. Mas "eu tudo"? Sem segredos?? Nem o coitado do meu diário!! Porque tem coisas que até de mim eu quero esconder!!! hahahah!! E muitas nem tem valor algum, mas são segredos simplesmente porque não fazem parte do personagem que sou pra determinadas pessoas!!! Antes que eu possa ser mal interpretada, falo logo, eu busco ser o mais fiel possível com os meus sentimentos. Está aí uma coisa que eu não consigo mentir nem esconder. Mas sair da linha, todos saem, não é possível uma vida completamente linear. Mas acredito, que ainda hoje, sucesso está muito ligado com essa vida linear. E é por isso que, as vezes, "subtraímos" nossas linhas tortas!!!
E por fim, menos teoria e mais prática. Eu estou num processo de "limpeza", por assim dizer.. e estou sozinha e assim quero ficar, acho até que pra ver se me descubro um pouco mais. E o engraçado disso? Desenterrei de mim a Luisa com 15 anos, que nunca tinha beijado, e não queria beijar. E passava esses sinais. Bem, como eu era bem sucedida, vamos relembrar os sinais!!! =)
E vamos seguindo nos construindo e desconstruindo o tempo todo e a cada segundo... (poutz, ficou parecendo muito surreal isso tudo!! qual era mesmo o nome da corrente que falava em imaginario, e construir e desconstruir?? hahaha)
ok. construir e desconstruir não! Conhecer e desconhecer!!! Acho melhor assim!!! (me perdoem a confusão de ideias, mas to com a cabeça com algumas interrogações do que tem acontecido a minha volta e do que eu li. quem sabe amanha eu volte e consiga me explicar melhor!)
Bjao, gatas!!!
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
So she leaves whenever she gets bored.
She said goodbye too many times before
Her heart is breaking in front of me
I have no choice, cause I won't say goodbye anymore
Keep her coming every night
So hard to keep her satisfied
Kept playing love like it was just a game
Pretending to feel the same
Then turn around and leave again... forever
She said goodbye too many times before
Her heart is breaking in front of me
I have no choice, cause I won't say goodbye anymore
Repair your broken wings
And make sure everything's alright
(it's alright, it's alright)
My pressure on your hips
Sinking my fingertips
Every inch of you
Cause I know that's what you want me to do
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
I need to take a moment
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
As modas
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| "Was nützt die Liebe in Gedanken" |
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Maria Louca
Seguinte, o namorado de uma conhecida faleceu... e ela continua "mandando" mensagens lindas de amor, saudade pra ele.... e é muito triste isso!!!
E aí eu pensei: sabe aquele fulano de tal, que foi o que mais mexeu cmg (aposto que cada uma de vcs tem um desses tb!!)?? não aceitaria perdê-lo!!! mas será amor (argh!) ou posse?? será que quando estávamos juntos eu o fiz se sentir especial como ele é?? ai, quanto sentimentalismo!!!
Bem, o recado vai ser breve hoje.. nessa "brincadeira" toda de me isolar sentimentalmente do mundo, eu posso não ter demonstrado tudo o que gostaria pra uma, ou várias determinadas pessoas.. e a vontade que me dá agora, é de dar a "Maria Louca" e sair correndo atrás dele, tocando a campanhia mil vezes, só pra saber se ele está vivo... m@#$%!!!
ok, ok... o próximo não será do mesmo jeito!!! prometo!!!
sábado, 18 de dezembro de 2010
Amizade
Que eu tenho um sério problema com envolvimento com homens, isso todo mundo (que me conhece) sabe!! E quando isso acontece, logo dou um jeito de me controlar, implicar com alguma coisa, até dar um fim... e assim, privo a outra pessoa de ter acesso a minha vida, e logicamente, eu me privo de acessar a vida do outro também. Se isso é certo? Acho que não... mas eu tenho tentado mudar.. só não é fácil!!
Agora o meu maior dilema foi me deparar com esse "controle" com relação a amigos e até família... Resumindo, a minha relação com o mundo é controlada. Que horror!!! Bem, vou tentar explicar.. mas vem tanta coisa na minha cabeça que é preciso organizar minhas idéias... e na verdade é controlada só de um jeito.. é mais ou menos assim: eu tento passar confiança a quem eu gosto! Faço questão de ser útil pra todos os meus amigos, quero que contem comigo sempre, mas euzinha, procuro resolver tudo sozinha.. e tenho grande dificuldade pra confiar...
A justificativa que eu acho mais plausível, e até mais aceitável é que já passei por muitas com amigos.. eu sempre fui daquelas que confiava em todo mundo, até que um dia alguém desse motivos pra parar de confiar. Resutado: me decepcionei muito, perdi "amigos" que eu acreditava serem amigos pra toda vida, me senti idiota diversas vezes... e por fim, acabei me "bloqueando" na tentativa de me preservar. Mas do quê? E de quem? Quem sabe preservar a imagem que tenho dos amigos de hoje, e mantê-los de um jeito que não possam me decepcionar ou magoar.. mas é bom não me expor??
E fico bem assustada ao me perceber assim diante a minha família. Vou citar um exemplo, e eu sei que vocês não vão gostar, mas estou sendo beeeeeeem sincera comigo (e com vocês) aqui.
Minha avó. Eu a amo, isso é certo! E sei que ela foi muito importante na minha vida, principalmente na minha infância. Mas por já saber da idade dela, e que logo eu posso perdê-la pra sempre, eu coloquei uma barreira no meu envolvimento com ela.. É como se isso pudesse diminuir o sofrimento depois... o que é completamente errado, porque depois, eu vou é me arrepender pensando que não mostrei pra ela o quanto ela era importante pra mim...
E o que pode ser ainda pior, é que eu procuro "aliviar" essa "autosuficiência" na Beatriz. O que, mais uma vez está errado. Ela é uma pessoa só, criança, e que um dia vai seguir a vida dela.
Sei que muitas pessoas gostariam de estar mais perto de mim, mas também sei que eu não permito, e muitas vezes não demonstro para aqueles que estão, o quanto faço questão de tê-los.. idealizo tudo, principalmente amor, mas como qualquer coisa vai chegar perto do amor ideal, se eu não dou acesso?
Enfim, vou procurar melhorar.. e se puderem me ajudar, agradecerei!!
Vocês são pessoas que eu me importo. Karolina e Lorena, diferentes entre vocês, diferentes de mim, lindas, inteligentes.. mas acho que nunca devo ter dito isso... me desculpem!!! =)
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Lorelai Gilmore e "Ele não está tão afim de você"
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Give me a reason to be a woman
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| AAAAAAAAH! |
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Vida
i'm sorry por pegar um pouco pesado nesse e-mail... mas vamos lá... preciso desabafar!!!
Passei por uma fase barra... meu avô adoeceu, e veio a falecer... é triste, simplesmente triste. A gente sabe que um dia vai morrer, que com a idade, as chances aumentam, e blá blá blá... mas isso não diminui a dor, nos ajuda a acostumar e a nos conformar, mas perder alguém é doloroso. A gente se apega, e só de saber que aquela pessoa não está mais lá, que não existe mais, isso dói. E ainda bem que isso dói.
Sempre diante quadros assim me fazem pensar na minha vida, no que já fiz dela, e no que ainda há para fazer. E nessas horas, tudo que um dia me arrependi se esvai. Porque por pior que seja a besteira, ela acaba no dia que a gente morre. É boa essa constatação... de certa forma ela me tira o peso das bobagens que já fiz. E me faz ver (tudo bem, é clichê mesmo, mas não custa lembrar) que a vida é curta e acaba, então temos que aproveitar ao máximo tudo.. fazer tudo aquilo que quisermos, porque uma hora, ela acaba, e não quero deixar coisas pra trás...
E é esse o meu recado... "dancem como se ninguém estivesse vendo", paguem micos, aprontem... tudo isso vai ser esquecido.. e tudo isso nos faz feliz!!!! =)
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Eu também vou reclamar!
Eu não posso estar sempre errada.
Gostaria de atribuir certos comentários à inveja, acontece que eu não me acho tudo isso pra ser alvo de invejosos. E partindo do pressuposto de que eu devo fazer alguma coisa direito, não é possível que eu esteja fazendo tanta coisa errada a ponto de merecer várias sentenças maldosas.
Como alguns desses comentários/atitudes vêm de amigos, tomei uma decisão: olhar com uma cara cínica e repetir mentalmente um bom "vá se f*", porque pensem comigo - eu não vou mudar no curto prazo e também é impossível que eu esteja fazendo absolutamente tudo errado. Ou eu me acabo em choros desnecessários a cada ataque de uma pessoa próxima, ou eu ativo o filtro anti-babaquice. Escolhi a segunda opção.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Folga!!!!
depois de muito consegui voltar a escrever aqui!
E hoje nem venho falar num post pessoal não, preciso de dicas pra lidar com a pessoa mais folgada que já conheci na minha vida.
Eu não imaginava que essas pessoas existissem de fato. Acho que por eu pensar demais nos outros, e a considerar as vontades dos outros, eu nunca acreditei que existisse uma pessoa assim. Vou contar, ela é daquele tipinho que chega todos os dias atrasada, e cada dia por um motivo. Deveria trabalhar 40h semanalmente, mas quinta a tarde ela tem culto e aula de pintura, então ela não pode ir trabalhar, e ah!, na sexta ela tem a musicalização da filha dela, então ela precisa chegar mais tarde. Além disso, com menos de um mês de trabalho ela ia precisar viajar porque a filha dela já tem mais de um ano e não conhece a praia, vê se pode?
Ela consegue me tirar do sério, e eu não sei lidar com gente assim. está sendo uma aula prática de como dizer NÃO e de como bloquear as emoções que esse tipo de gente provoca!
é isso... no próximo coloco algo mais pessoal!!!
domingo, 22 de agosto de 2010
I miss the comfort in being sad

quinta-feira, 12 de agosto de 2010
In repair
Eu estou aos poucos juntando os caquinhos e organizando a bagunça. Sem pedir licensa e sem dar maiores explicações, a tristeza apareceu. Para a minha surpresa, da mesma maneira que veio, ela foi embora, mas fez questão de fazer estragos e bagunçar a casa.
Nessas horas, as pessoas aconselham a gente a tirar lições e aprender com isso. Eu confesso que não está muito claro o que eu realmente devo aprender com essa súbita tristeza. Não é simples extrair lições de um sentimento que a gente mal sabe como começou e muito menos como terminou.
Por ora, eu estou fazendo reparos, mas não estou necessariamente satisfeita com isso. Eu acho muito difícil que as coisas voltem exatamente a ser como eram antes. Além disso, eu tenho a impressão de que até mesmo a felicidade ficou mais triste neste processo todo.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
O fim do tempo
sábado, 17 de julho de 2010
Resposta: Prostituição
domingo, 11 de julho de 2010
Prostituição
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Se conselho fosse bom...
terça-feira, 8 de junho de 2010
Sentir primeiro, pensar depois
Desconfio da veracidade da razão.
Acho que são raras as vezes em que há sincronia entre o racional e o emocional.
E, por incrível que pareça, os sentimentos são mais verdadeiros que a razão.
Existe um gap entre o que a razão nos diz e o que os sentimentos nos fazem vivenciar. É totalmente possível que, racionalmente, nos condicionemos a agir de uma determinada forma, mas que exista uma enorme diferença entre os discurso que a razão repete e aquilo que a gente sente.
O que a gente sente é mais verdadeiro.
Acontece com frequência de dizermos "eu entendo", quando - racionalmente - existem todos os elementos para haver compreensão, mas não sentimos o entendimento (não há empatia).
Existe sim um distanciamento entre razão e sentimento! O resultado disso é, senão um conflito interno, uma certa discrepância entre discurso e ação.
A gente primeiro sente e depois racionaliza.
Entretanto, eu tenho tanta fé na razão que acredito ser possível repetir internamente um discurso mil vezes até que ele vire verdade nos sentimentos. Mas antes, é preciso admitir que existe diferença entre aquilo que se sente e o que se quer sentir.
Nesse caso, a razão pode trabalhar a nosso favor, até forçando os sentimentos a mudarem em um certo sentido. Mas haja auto-consciência e força de vontade!
domingo, 6 de junho de 2010
"Inocência Roubada-
Duração: 92 min.
Meninas, assisti esse filme sexta por acaso... estava sozinha em casa fui passando os canais, aí apareceu uma moça grávida e tal, olhei o canal era o Telecine Light, pensei: mais um filme mamão com açúcar na minha história, mas vamos lá, é isso mesmo que eu queria! Doce engano... doce não, amargo!! Porque o filme é muito pesado! Ainda mais pra mim, que sou mãe!!!
Se vocês quiserem ver o filme sem saber mais do que a sinopse, não leiam o próximo parágrafo...porque vou contar o filme, não tudo, mas o principal e pode perder a graça. Mas na verdade, nem é de muita graça porque a história é dedutível e o final dele é (ainda bem) o que se torce e espera que acontece! É filme, não vida real!
Tah, vou parar logo o mistério e contar sobre o que é o filme:
Uma moça está já gravidíssima (isso quer dizer no fim da gravidez), e uma enfermeira vai até a casa dela pra fazer o acompanhamento pré-natal... ela desmaia e acorda no hospital, e a filhinha dela nasceu morta! Aí começa o drama todo... (já chorei logo soh de pensar se isso tivesse acontecido comigo.. ia morrer!) Mas isso não é o pior, o drama da mãe do filme vai aumentando a medida que ela começa a ter que investigar sozinha, porque a detetive desconfia que ela cometeu um homicídio (imagina.. uma mãe esperar até quase completar os 9 meses pra resolver não ter a criança e matá-la?? ), o que aconteceu com a filha.. e chega a uma agência de adoção. Bem, ela descobre que houve uma troca de bebês, e a bebê dela foi vendida pra um casal que no dia seguinte levará a criança embora. É uma corrida contra o tempo e ela ainda tem que suportar as hostilidades e falta de confiança da detetive. No fim dá tudo certo, no último minuto ela consegue ficar com a bebezinha dela, a detetive dela resolve dar um crédito a ela e ela ainda reata com o pai da criança. Final feliz!
O final da personagem foi feliz, mas sofri, porque imagino que na vida real muitas mulheres passam por isso, e jamais conseguem ter sequer notícia da criança... e no caso da personagem, ela só conseguiu ter a criança de volta porque foi atrás. Não sei como é isso no Brasil... imagino que não existam muitos casos, já que não existe essa história de pré-natal em casa... Mas mesmo poucos, já aconteceram casos de roubo de criança, criança trocada, e deve ser muito sofrimento pra uma mãe!
Me lembro como se fosse hoje a expressão de uma mãe que tinha perdido seu filho.. nem sei se era menino ou menina.. eu fui pedir meus papéis pra sair do hospital, e ela tinha que assinar os papéis de óbito.. eu e ela numa mesma sala! Eu louca pra chegar em casa com a minha filhinha recém-nascida. E ela ali, sozinha, com a barriga ainda inchada e sem bebê nenhum pra amamentar, pra pegar no colo... tadinha, ela estava apática, sem reação, parecia que sem entender ainda o que havia acontecido! Eu cheguei a ficar sem graça pela minha felicidade! E triste pela sorte daquela moça... Agradeci 500 vezes que não tinha sido comigo!
Voltando ao filme, me solidarizei também com os pais que pagaram a adoção... o sonho deles era ter uma filha, e era tanto que se dispuseram a pagar um monte de dinheiro por isso... e ficaram ali, sem nada... mas adoção não se paga!!!
Enfim, esse não é um post com frases de impacto, com lições pra vida, ou um drama pessoal, é só um desabafo emocional que eu gostaria de compartilhar com vocês!!!



